PAPAI DO CÉU, NÃO PAPAI NOEL!

Natal não é um pinheiro enfeitado com luminosos pisca-piscas. Nem um “bom e velho velhinho”, barbudo e barrigudo adentrando às casas. Natal, sim, é um Homem levantado no madeiro maldito. Não foi enfeitado, mas consagrado, como o cordeiro de Deus. João Batista ao ver Jesus declara: “...eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. O que o mundo deseja é confundir a mente dos crentes. Trazendo na bagagem desastrosa, o engano no lugar da adoração do Filho de Deus. O importante não é a data, dia 25 de Dezembro. O importante é que um Filho nos nasceu, Ele foi nos dado. De fato, Ele é o Maravilhoso conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz. Em Cristo, temos a paz com Deus (Rm. 5:1). A paz de Deus que excede todo entendimento (Fp. 4:7), e o Deus da paz (Fp. 4:9).

O maior presente de todos os tempos e de todas as eras é: Cristo, o prometido, nasceu. Ele nasceu para morrer. Vive para interceder e voltará para nos buscar. Hoje, Ele está conosco. Breve, nós estaremos com Ele. Os magos e os pastores se regozijaram em nosso Jesus. É de suma importância reunirmos os nossos familiares neste momento tão auspicioso, o natal, contudo e sobretudo, sem perder o significado do Natal, que é Cristo nascido numa manjedoura!

Porque foi o cordeiro de Deus, nasceu numa manjedoura. Porque sempre esteve cheio de glória, antes de vir ao mundo, teve que esvaziar a si mesmo, para habitar em meio aos homens. Ah! Que maravilha é contemplar a face de Cristo, o nosso redentor que nasceu de forma humílima. Ele vestiu pele humana, calçou as sandálias da humildade, comeu o nosso pão, bebeu a nossa água, sentiu as nossas dores, chorou as nossas lágrimas, morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação. Com ele vamos indo de força em força, de fé em fé, sendo transformado de glória em glória na face de Cristo. 


Uma menina de apenas sete anos de idade tentou fazer uma surpresa para sua mãe no dia de natal. Em meio a muitos papéis de embrulho que a mãe havia comprado, a menina retirou uma folha de papel dourado e tentou embrulhar uma caixinha de presente.Quando a mãe descobriu que ela havia usado o seu papel preferido, gritou com a menina, que começou a chorar. Em lágrimas, a menina entregou o presente. Ao ver a caixinha toda embrulhada, a mãe desculpou-se, mas quando abriu o presente, ficou novamente furiosa. A caixa estava vazia. Esbravejando disse: “Se você quer dar um presente a alguém, você precisa colocar alguma coisa dentro da caixa”.A menina respondeu: “Mas eu coloquei, mamãe, coloquei uma porção de beijinhos pra você”. Assim é quando desprezamos o maior presente, Cristo Jesus!


Gabriel Santos!


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