PÁTRIA AMADA, BRASIL
Pátria amada, Brasil! Assim escreveu Joaquim Osório no hino nacional brasileiro. O Brasil é um país abençoado por Deus. As digitais do criador, podem ser encontradas aqui, no Brasil. O Brasil é marcado por um povo heroico. O Brasil é um sonho intenso, um raio vívido. O Brasil é o florão da América.
Nós, como cristãos e cidadãos, devemos ser patriotas, amar a nossa nação, apesar das adversidades. O patriotismo não é preconceito com as demais nações. É amar a nacionalidade de origem e respeitar as outras nações. Se Deus amou o mundo, devemos nós também amar, independentemente de qual país seja. Porém, muito embora o Brasil seja uma pátria amada e abençoada por Deus, a justiça é negligenciada, a pobreza cresce a cada dia e a educação é uma vergonha. A corrupção está instalada no parlamento e no palácio. Vivemos no império da pinga. Vivemos num país onde tem a maior comemoração ao orgulho LGBT do mundo. O que é vergonhoso, tornou-se prática aplaudida pela sociedade. O que é certo, é errado, e o que é errado, é certo (Is 5:20). É feito o que dá certo, não o que é certo. Quando a igreja se cala diante desses escândalos, ela torna-se cúmplice. O silêncio do justo é pior do que os falatórios dos insensatos. O silêncio do justo é ensurdecedor.
Temos assistido pastores, que deveriam ser exemplos na política, se imiscuir com a corrupção dentro do parlamento e do palácio. Precisamos desesperadamente de homens do calibre de Daniel. Homens que lidam com política e devoção sem se entregarem aos banquetes da corrupção. Precisamos de homens da precisão de José. José foi o chefe de Estado do Egito. Ministro da Economia do Egito. Homem segundo o coração de Deus. Homem que viu a face sorridente de Deus atrás de uma providência carrancuda. Homem que conjugou sua esperança no futuro, crendo na vida eterna. Apesar das tentações, não se entregou a elas, antes porém, caminhou altaneiramente rumo ao alvo da soberana vocação.
Política e religião nunca foram contrários. Pois feliz é a nação, cujo Deus é o Senhor (Sl 33:12). Charles H. Spurgeon disse acertadamente "política e religião não se discutem. Por isso os ladrões permanecem no poder e os falsos profetas continuam a pregar”. Os poderes constituídos, criados por Montesquieu, devem ser honrados, pois temos uma ordem quanto a isso (Rm 13). Como bem disse o vereador Nikolas Ferreira na sinopse de seu livro “O Cristão e a Política”: “Infelizmente, em razão de o Corpo de Cristo ter-se recusado a participar de forma ativa dos debates políticos no último século, seus membros têm colhido, hoje frutos demasiadamente amargos”. Precisamos nos voltar às Escrituras desesperadamente, imediatamente, impreterivelmente, tempestivamente!
Gabriel Santos!
Hoje, mais do que nunca, nós precisamos entender em que a política influencia as igrejas, e em que as igrejas influenciam na política. Para que assim, possamos impedir que a igreja se contamine com discursos enviesados sobre a palavra de Deus.
ResponderExcluirExcelente, meu amado amigo! Precisamos de influenciar na política!
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